Campanha eleitoral esquenta em Porto Nacional

 Campanha eleitoral esquenta em Porto Nacional

Após crescimento da campanha, os canhões se voltaram para Ronivon Maciel na cidade de Porto Nacional. Uma série de acusações sobre alguns problemas jurídicos que, curiosamente, não tem nada a ver com recursos públicos foram divulgados na cidade. Contudo um vídeo trouxe à tona a inversão do problema, o que pode gerar bastante dor de cabeça para o candidato Otoniel Andrade e de quebra para o Prefeito e candidato à reeleição Joaquim Maia. Acontece que enquanto Ronivon só responde a problemas na área cível, sem recursos públicos envolvidos os demais candidatos possuem diversas ações com recursos públicos envolvidos em grandes quantias.

O candidato Otoniel de longe é o que possui mais problemas. É réu em 9 ações e já foi condenado em 6. As mais graves envolvem inclusive seu filho Otoniel Filho e sua nora Sarah Andrade, que há algum tempo moram no exterior. Neste processo são réus em ação sob acusação de corrupção com a suspeita de desvios em contrato de serviços gráficos na Secretaria de Assistência Social. Na ação já tiveram mais de 550 mil em bens bloqueados. Em outra, o ex-Secretário de Saúde de sua gestão chegou a ser preso, por suspeita de desvios em contratos da Saúde de mais de 22 milhões de reais. Nessa ação específica os réus respondem por “constituição e integração de organização criminosa para cometimento de fraudes em licitações, dispensa ilegal de licitações, falsidades ideológicas, desvios de valores públicos, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. ” O candidato governista, também enfrenta um outro problema: a inelegibilidade. Atualmente a candidatura está amparada em uma decisão judicial que lhe permite a disputa, mas com grande risco de em caso de vitória não assuma ou, ao assumir, enfrentar uma longa disputa judicial, podendo fragilizar uma eventual gestão.

No caso de Joaquim Maia, que se pese tratar apenas de denúncias, incide contra o candidato o suposto favorecimento ao cunhado, Rogério Soares Bezerra, que teria utilizado funcionários de sua empresa como laranjas em empresas que prestaram serviços na Prefeitura Municipal. A investigação conduzida pelo Ministério Público, a empresa MR Empreendimentos estaria registrada no nome de um caixa do supermercado de Rogério.

Uma campanha que começou morna e esquenta nesta reta final, infelizmente no campo acusatório e não propositivo. Exemplo de que as tais mudanças de estilos de campanha eleitoral mais qualitativas, propagado país afora, ainda estão distantes do Tocantins.

Após crescimento da campanha, os canhões se voltaram para Ronivon Maciel na cidade de Porto Nacional. Uma série de acusações sobre alguns problemas jurídicos que, curiosamente, não tem nada a ver com recursos públicos foram divulgados na cidade. Contudo um vídeo trouxe à tona a inversão do problema, o que pode gerar bastante dor de cabeça para o candidato Otoniel Andrade e de quebra para o Prefeito e candidato à reeleição Joaquim Maia. Acontece que enquanto Ronivon só responde a problemas na área cível, sem recursos públicos envolvidos os demais candidatos possuem diversas ações com recursos públicos envolvidos em grandes quantias.

O candidato Otoniel de longe é o que possui mais problemas. É réu em 9 ações e já foi condenado em 6. As mais graves envolvem inclusive seu filho Otoniel Filho e sua nora Sarah Andrade, que há algum tempo moram no exterior. Neste processo são réus em ação sob acusação de corrupção com a suspeita de desvios em contrato de serviços gráficos na Secretaria de Assistência Social. Na ação já tiveram mais de 550 mil em bens bloqueados. Em outra, o ex-Secretário de Saúde de sua gestão chegou a ser preso, por suspeita de desvios em contratos da Saúde de mais de 22 milhões de reais. Nessa ação específica os réus respondem por “constituição e integração de organização criminosa para cometimento de fraudes em licitações, dispensa ilegal de licitações, falsidades ideológicas, desvios de valores públicos, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. ” O candidato governista, também enfrenta um outro problema: a inelegibilidade. Atualmente a candidatura está amparada em uma decisão judicial que lhe permite a disputa, mas com grande risco de em caso de vitória não assuma ou, ao assumir, enfrentar uma longa disputa judicial, podendo fragilizar uma eventual gestão.

No caso de Joaquim Maia, que se pese tratar apenas de denúncias, incide contra o candidato o suposto favorecimento ao cunhado, Rogério Soares Bezerra, que teria utilizado funcionários de sua empresa como laranjas em empresas que prestaram serviços na Prefeitura Municipal. A investigação conduzida pelo Ministério Público, a empresa MR Empreendimentos estaria registrada no nome de um caixa do supermercado de Rogério.

Uma campanha que começou morna e esquenta nesta reta final, infelizmente no campo acusatório e não propositivo. Exemplo de que as tais mudanças de estilos de campanha eleitoral mais qualitativas, propagado país afora, ainda estão distantes do Tocantins.

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