O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) anunciou uma restrição temporária no tráfego da ponte sobre o Rio Araguaia, localizada na BR-230, entre os municípios de Araguatins (TO) e Palestina do Pará (PA). A medida tem caráter preventivo e limita a circulação de veículos de grande porte, especialmente caminhões com mais de seis eixos, com o objetivo de preservar a estrutura da ponte e garantir a segurança dos motoristas que utilizam diariamente o trecho.
De acordo com a nova determinação, apenas veículos com até seis eixos poderão realizar a travessia. Também foi estabelecido o limite máximo de 8,5 toneladas-força por eixo e peso bruto total de até 53 toneladas. Caminhões que ultrapassarem essa configuração deverão buscar rotas alternativas para seguir viagem entre os estados do Tocantins, Pará e Maranhão.
O trecho onde está localizada a ponte é considerado um importante corredor logístico da região, sendo amplamente utilizado para o transporte de cargas e para a integração entre o norte do Tocantins e o sudeste paraense. A restrição, portanto, exige atenção redobrada de transportadores e empresas que dependem da rota para o escoamento de mercadorias.
Para minimizar os impactos no fluxo de cargas, o DNIT indicou algumas rotas alternativas. Uma delas utiliza a BR-153, com travessia pela ponte entre Xambioá (TO) e São Geraldo do Araguaia (PA), percurso totalmente pavimentado. Outra opção passa por Buriti do Tocantins, com travessia por balsa e posterior acesso às rodovias do Maranhão. Também há desvios pela região de Esperantina, igualmente com travessia fluvial, além de um trajeto mais longo que segue por rodovias maranhenses, evitando completamente a ponte com restrição.
Motoristas que optarem por essas rotas devem redobrar a atenção, principalmente nos trechos que incluem estradas sem pavimentação ou travessias por balsa, cujos horários podem variar. O DNIT informou ainda que equipes técnicas seguem monitorando as condições estruturais da ponte e que novas orientações poderão ser divulgadas conforme o andamento das avaliações. A recomendação é que transportadores programem previamente seus deslocamentos para evitar atrasos e transtornos no transporte de cargas na região.













